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Ontem a Câmara Municipal de Caxias pegou fogo ao chegada de surpresa do CQC.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Por conta da presença da equipe de reportagem do CQC da Band, que aliás gostaram muito de Caxias, no prédio da Câmara Municipal, tumulto e confusão marcaram o final da sessão ordinária  na noite desta segunda-feira (24). Após a interdição do plenário da Casa, pela primeira vez os vereadores conseguiram realizar os trabalhos legislativos no auditório. O local irá abrigar as ultimas seis sessões que faltam para os parlamentares concluírem o ano legislativo antes do inicio do recesso parlamentar. 

Vereadores e o publico presente que assistia a sessão se surpreenderam com a chegada na surdina da equipe do CQC. Na diplomacia a presidente Ana Lucia pediu aos repórteres que se acomodassem nos assentos e não provocassem nenhum tipo de baderna, pois os trabalhos dos vereadores teriam que prosseguir normalmente. 

Alvo principal.
Nesta segunda passagem passagem por Caxias, a vereadora Thais Coutinho se tornou o alvo principal da equipe do CQC. Ciceroneados por adversários políticos derrotados pela família Coutinho nas ultimas eleições, de 2004 a 2014, a imprensa paulista investiga as supostas mortes de bebês na Maternidade Carmosina Coutinho, gravida de oito meses, o repórter queria saber se a edil vai dar a luz na unidade hospitalar do municipio.

A equipe paulista não se deu por vencida e aguardou no pátio da casa do Povo a vereadora Thais Coutinho prestar os esclarecimentos que eles queriam obter.

Imediatamente, vereadores e o público presente na Câmara acionaram os celulares comunicando aos amigos que o CQC estava ali. Em pouco tempo, partidários do grupo Coutinho, funcionários contratados da Prefeitura e mensalinhos de todos os preços chegaram no prédio.
Mas o número de curiosos e de pessoas revoltadas e sensibilizadas com as mortes na Maternidade caxiense foi maior e chegaram em grande número no legislativo.
Antes do término da sessão, vários funcionários da Prefeitura de Caxias, capitaneados pelo administrador do balneário Veneza, Zé Mário Júnior, ficaram a postos para “o que desse e viesse”.
 Membros da UJS estavam a frente do cordão humano  para ‘proteger’ a vereadora prima do prefeito
Membros da UJS estavam a frente do cordão humano
para ‘proteger’ a vereadora prima do prefeito
Antes tida como uma entidade representativa do movimento estudantil, a UJS em Caxias foi relegada ao apoio incondicional do desgastado governo Léo Coutinho. O presidente da UJS caxiense, Nailson, que também é funcionário da Prefeitura, juntamente com outros integrantes, estava ali para DEFENDER a vereadora Thais Coutinho diante da insistência do repórter do CQC.
Um dos mais destacados dessa turma de ‘protetores’ da vereadora, é um que fazia até pouco tempo um movimento no facebook denominado “proteste já”. Após ser reitengrado ao quadro de ‘apoiadores’ do desastroso governo Léo Coutinho, Will Ferreira calou-se no facebook e só botou a cabeça pra fora nessa segunda-feira no apoio a Thais Coutinho.
Ele tentou me impedir de descer na escadaria da Câmara no momento que o CQC tentava entrevistar os vereadores. Perguntei se ele era segurança do prédio ou mesmo funcionário de algum vereador. Instantes depois, tentou tomar-me o celular alegando que não queria fotos suas. Disse que estava fazendo fotos do cordão humano, tendo ele a frente, feito para proteger Thais Coutinho do microfone do repórter Lucas Salles.
Os funcionário da prefeitura bastante exaltados, do grupo Coutinho começaram um jogo de empurra contra o repórter da BAND e a gritarem alegando que a vereadora estava grávida e que deveria ser respeitada.
Ao final da sessão, escoltada por mais de uma dezenas de guardas municipais, policiais militares, seguranças e membros da UJS, a vereadora Thais entrou num veiculo e saiu rapidamente do local.
Fontes: Blog do Sabá e Blog do Irmão Inaldo.

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